mai 16, 2016

A Ressignificação do consumo

A Ressignificação do consumo

O mundo mudou e todos assistem de camarote dentro de suas vidas as influências que isso proporciona. Entende-se dessas mudanças, as alterações quanto ao consumo, que mira um novo padrão e faz valer tanto para empresas e para seus consumidores. Busca-se fazer mais com menos, exigindo otimização dos recursos e capacitação maior de seus envolvidos.

O consumo é um jogo que muda conforme o cenário, hoje, o consumo é tido como algo complexo e seletivo. Já é sabido que com a era da informação, o consumidor teve acesso a diversos dados que definem seu ato de compra, houve um despertar dos direitos e deveres, que levam as marcas trabalharem além dos discursos. O consumidor espera por ações.

A prática de otimização de recursos é essencial para manutenção da marca dentro do mercado consumidor. Se antes o discurso valia, hoje não é bem assim. A necessidade tanto econômica, política e social de utilização dos recursos precisa de ação, isso quer dizer, as empresas necessitam de sistemas sustentáveis de produção, que vise tanto o meio ambiente quanto o produto ou serviço final mais barato. Quando há uma reflexão do processo de produção, por exemplo, o preço cai para todos. Quanto menos material utiliza-se, mais lucro a empresa e o consumidor terão. Isso gera um ciclo de confiança e satisfação, como se ambos tivessem feito o dever de casa.

O discurso sem prática cai na falácia e o consumidor não quer mais ouvir histórias da carochinha, ele quer provas que está fazendo uma compra bem feita. Um produto de qualidade, só é um produto de qualidade com provas e uma comunicação eficaz. Desde as embalagens até o próprio produto final, todas as etapas devem ser de qualidade, além de oferecer experiências de consumo.

Ao mencionar experiência, as marcas devem se atentar a essa etapa. Isso porque as pessoas estão em busca de ressignificação do próprio consumo, e a tendência que desponta já há algum tempo é sobre qual experiência que seu produto ou serviço proporciona ao consumidor. Proporcionar um baixo custo, qualidade e sustentabilidade formam a conjuntura do novo consumo. A PH FIT acredita que a ressignificação por meio dos laços pode fazer a diferença em meio a esse novo ciclo e também investe em reciclagem de materiais em seus produtos.

mai 16, 2016

Soluções de verdade

soluções de Verdade - Know how

Atrás de soluções pragmáticas, as empresas têm buscado por alternativas como o know-how, que é o conjunto de conhecimentos e práticas adquirido pela empresa ou profissionais, que oferece algum benefício de vantagens competitiva no que tange o mercado. Esse conjunto é formado por toda experiência que a empresa possui em sua trajetória, informações, tecnologia, técnicas, procedimentos, segredos e assim por diante.

Esse conceito tem uma outra face, a da inovação. Que prima pela habilidade na execução de algum serviço ou produto, tudo baseado pela experiência. Isso representa vantagens no mercado competitivo. O conhecimento é o centro do negócio, e isso fica muito evidente em regimes de franchising (franquias), em que o franqueador passa o conhecimento ao franqueado.

Como vive-se um mundo em constantes alterações, outro conceito deve ser também inserido a empresa ou na própria vida do profissional, o know-why, que traduzido ao pé da letra, significa saber porquê. Aplicado nesse universo, a compreensão sobre a forma como as coisas são colocadas, o motivo pelo qual é realizado determinado procedimento e o entendimento das necessidades das competências desenvolvidas pela empresa. Entretanto, nesse assunto, visa-se o consumidor e o comportamento que ele tem em relação ao empresa, desta forma, os produtos são desenvolvidos afim de contemplar as suas necessidades.

Um dos empregos dos métodos supracitados é no que compete às embalagens. Já foi muito mencionada em alguns artigos do blog, a importância da embalagem como comunicação e da experiência que elas oferecem ao consumidor. Analisando o processo histórico das embalagens, é notória a transformação que elas tiveram nesse tempo.

Se antes eram apenas utilizadas como proteção e armazenamento dos produtos, hoje oferecem soluções inteligentes que contemplam as necessidades de quem consome, causando impactos na relação de consumo. Hoje, consumir é um evento e a satisfação vem quando todos esses pontos são colocados em relevância pela marca.

A PH FIT possui esse pensamento e visa transformar simples embalagens numa forma de comunicação e de experiências ao consumidor.

mai 16, 2016

Eternize-se

Marca e seus consumidores

A marca para conquistar o consumidor, além de oferecer qualidade, deve também possuir vários conceitos que possibilitem a comunicação entre marca e consumidor, um desses conceitos é a arquitetura de marca, principalmente, quando a empresa possui várias marcas. Como se firmar nesse cenário?

O conceito de arquitetura de marca é um conjunto de direcionamento e regras que devem ser seguidas pela empresa, elas serve para harmonizar a identidade e o posicionamento de produtos e serviços em busca de coesão para potencializar a marca frente ao mercado consumidor. Ela é entendida como um processo estratégico que compete a organização e a otimização do portfólio, afim de melhorar a integração dos dois movimentos de expansão fundamentais para uma marca, a horizontalidade, que consiste na assinatura de novos produtos e conceitos, e a verticalidade, que por sua vez, surge na promoção da marca através de outras.

Elas são definidas por esquemas de estratégias de acordo com o segmento e a expectativa da empresa e são firmadas em dois planos: o primeiro se define na proposição de estratégias para coesão do portfólio, e o segundo, no planejamento de critérios para organizar o portfólio de marcas na empresa, ou seja, como ela irá se apresentar ao consumidor – embalagens, por exemplo. Esse sistema organizacional possui três modelos: independência, monolítico, paternidade.

O modelo de independência tem como principal característica a relação independente da marca na empresa, como se ela tivesse uma vida própria, com sua marca exclusiva, sem integração entre os produtos e suas marcas subsequentes. Por sua vez, o modelo monolítico depende de uma marca-mãe para proporcionar acolhimento nas marcas, com o mesmo logotipo e desenho.

A empresa universaliza a marca e a utiliza em vários segmentos. Ainda sobre os modelos, há a vertente de Paternidade, onde a marca ou o produto tem a assinatura da marca original. A marca original, mesmo que não universalidade será avaliada para todos os produtos existentes, sendo que podem ser distintas uma da outra. Um elemento, no entanto, é comum a todas elas: o branding é essencial, seja para empresas independentes ou monolíticas – firmar sua(s) marca(s) na cabeça do consumidor é imperativo.