mai 19, 2016

Marketing de proximidade – Quando a tecnologia abraça o marketing

Tecnologia e Marketing

Tudo começa com uma pesquisa, na década de 50, para entender como funcionavam as relações de amizade entre os estudantes do novo Complexo Westgate no MIT. Eles descobriram que as amizades mais fortes eram frutos da proximidade, ou seja, os estudantes que eram vizinhos tinham um vínculo maior. Dessa pesquisa foi possível tirar uma conclusão, a proximidade física desempenhou um papel importante na criação da amizade e que a proximidade é responsável pelo formação de vínculos. Nomeada de “os estudos Westgates”, tornou-se referência no que se entende hoje como efeito proximidade.

Marketing e a Lei de proximidade

A lei da proximidade diz que quanto maior for a proximidade física ou psicológica de uma pessoa, maior a possibilidade de constituição de amizade ou um relacionamento duradouro. Primeiramente, a pesquisa estava focada nas relações do ambiente físico com as interações interpessoais do convívio, contudo, a internet trouxe novas experiências e possibilitou a ampliação das relações e com ela novos conceitos de proximidade virtual, muito observadas pelas mídias sociais.

O marketing caminha muito próximo da psicologia, afinal, ele também se apodera dos estudos para melhor desenvolver estratégias e melhorar a experiência de consumo. Desta forma, o marketing de proximidade tem a mesma lógica do estudo Westgates. Ao definir um mapa das proximidades-chave entre marca e consumidor, nos espaços em que o cliente possa interagir com a marca, é iniciado o processo de atração, que será selado com conteúdo que estreite os laços de ambos, por meio de plataformas e ferramentas tecnológicas.

Com as tendências mobile, o marketing de proximidade ganha uma nova roupagem. Levando em consideração que a maioria das pessoas acessa a internet, sobretudo, as redes sociais através de dispositivos móveis, as marcas começaram a seguir essa direção. Agora, para atrair o consumidor para seu produto ou serviço, e extrapolar as antigas experiências, a tecnologia mobile de marketing aliada ao conceito de proximidade, pode enviar uma mensagem para o público-alvo que está passando perto do seu estabelecimento, por exemplo. Não é mágica, é tecnologia.

Essa tecnologia tem nome e chama iBeacons – que são sinalizadores instalados em locais fechados e possuem a capacidade de se comunicar com os consumidores, através de um velho conhecido, o Bluetooth. Essa ferramenta possibilita criar ações estratégicas e novas experiências que revolucionam a ato de consumir.

Referências:

http://www.adnews.com.br/artigos/marketing-de-proximidade-quando-a-tecnologia-encontra-o-negocio

mai 19, 2016

Temos que conversar sobre terapia e artesanato

Terapia e Artesanato

Já é sabido que o artesanato é uma fonte de renda, mas muitas pessoas não sabem que ele também é uma forma de expressar emoções, de relaxamento e de terapia. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Columbia Britânica, no Canadá, revelou que atividades manuais como tricotar, bordar ou pintar, reduzem em até 74% a intensidade de medos e distúrbios alimentares em mulheres com anorexia.

Outro ponto da pesquisa foi sobre as práticas manuais, a preservação da memória e equilíbrio emocional em pessoas entre 70 a 89 anos. Outra pesquisa realizada pela Universidade de Harvard afirma que bordar e tricotar conduz ao relaxamento similar à meditação e à yoga, pois, após passar a curva inicial da aprendizagem, a prática pode diminuir os batimentos cardíacos, a pressão arterial e os níveis de hormônios ligados ao estresse.
A sociedade atual vive cada vez mais apática e veloz, ao passo que, a pressão do dia a dia traz um descontentamento, angustiando o indivíduo, o que gera problemas de saúde.

O artesanato é uma válvula de escape para essas emoções que se tornam adormecidas por conta das relações contemporâneas. O uso de agulhas, fitas de cetim, linhas, dentre outros muitos materiais possibilitam a ocupação das mãos e incentivam saúde mental, assim, o tempo passa mais rápido e mais gentilmente.

Entre fitas, agulhas, linhas e tintas  um encontro com você mesmo

As técnicas manuais que são repassadas de pessoa para pessoa podem ser um alívio para problemas do cotidiano, propondo bem-estar e revitalização. Em casos de idosos, estudos revelam que as práticas manuais como o artesanato utilizado como recurso terapêutico ativam os canais sensoriais durante a execução, permitindo que a imaginação flua e as emoções também. Outro ponto importante é sobre a memória que está ligada às pontas dos dedos, por terminações nervosas que fazem a ligação até o cérebro.

Assim, aumenta a percepção, a atenção, as funções executivas e até mesmo a linguagem. Essa última, muito importante para a expressividade das emoções, pois quando se verbaliza, a realidade é concretizada, desta forma, o indivíduo constrói uma realidade diferente daquela anterior, uma realidade muito mais livre. Importante também para a saúde mental é a socialização que o artesanato propõe, evitando que a pessoa se sinta sozinha e desenvolva depressão.

Muitas pessoas, após eventos cirúrgicos traumáticos, em busca da superação da dor, procuram auxílio no artesanato terapêutico e ele tem revelado muitos benefícios, como descreve o artigo do jornal Folha de São Paulo. Os relatos das pessoas que encontraram alívio nessas práticas manuais esboçam que elas alcançaram ao concluir alguma peça, bordado, tricô ou crochê um fechamento de ciclos e puderam voltar a sonhar com a vida.

mai 19, 2016

Marketing e a fragilidade econômica

Marketing e a Fragilidade Financeira

Os tempos não estão para peixe. Não é necessário ser um pescador a espera de uma pesca maravilhosa para entender que estamos falando de crise, não se trata de uma parábola e sim de uma realidade. Não é somente uma crise política ou econômica, e sim, uma crise no que diz respeito ao consumo. Hoje o mar pode não estar para peixes mas está para mudanças. Bob Dylan estava certo ao dizer que “the times they are a-changin’”.
O mercado de consumo sofreu alterações bem visíveis nesses últimos anos.

Se anteriormente, o consumidor era passivo e influenciável, hoje ele começa a perceber seu poder na relação marca e cliente. Com a economia desacelerando e se preparando para se adentrar em um novo ciclo, escolher o consumo é o que forma o consumidor moderno. Para escolher vale ponderar as características e ver qual é mais adequada a seu estilo de vida. Antigamente o indivíduo era segmentado por classes, contudo, apenas esse tipo de divisão não consegue descrever o sujeito moderno, que começa a se perceber num mundo a partir de suas especificidades.

E como o marketing age nessa nova perspectiva? Levando ao público experiências.
Se o poder de consumo é definido pelas características que formam o indivíduo, a forma como se percebe o mundo é influência concreta nessa definição. O marketing deve se inserir no mundo do cliente propondo mais que o superficial, deve propor experiências profundas que os fazem se identificar com a marca.

A identificação começa com a comunicação, aliás, uma boa comunicação. Com um bom papo consegue cativar qualquer pessoa, e assim é também no mundo do consumo. O produto fala pelas embalagens, ali ele atrai, conquista e informa seu consumidor. Se ele gostar, leva. Está aí um exemplo de uma boa comunicação. O mercado está preparando suas engrenagens para entrar numa nova era da Fortuna, e uma marca que consegue propor a inovação e manter seus clientes, está mais que dentro dessa fase. A inovação está em conseguir se comunicar bem com seu consumidor, além de levá-lo a experimentar essa inovação, através de sensações novas.

A PH FIT acredita na experiência como consolidadora de bons clientes e propõe inovações na forma de se apresentar ao mercado com soluções de embalagens.

mai 16, 2016

A Ressignificação do consumo

A Ressignificação do consumo

O mundo mudou e todos assistem de camarote dentro de suas vidas as influências que isso proporciona. Entende-se dessas mudanças, as alterações quanto ao consumo, que mira um novo padrão e faz valer tanto para empresas e para seus consumidores. Busca-se fazer mais com menos, exigindo otimização dos recursos e capacitação maior de seus envolvidos.

O consumo é um jogo que muda conforme o cenário, hoje, o consumo é tido como algo complexo e seletivo. Já é sabido que com a era da informação, o consumidor teve acesso a diversos dados que definem seu ato de compra, houve um despertar dos direitos e deveres, que levam as marcas trabalharem além dos discursos. O consumidor espera por ações.

A prática de otimização de recursos é essencial para manutenção da marca dentro do mercado consumidor. Se antes o discurso valia, hoje não é bem assim. A necessidade tanto econômica, política e social de utilização dos recursos precisa de ação, isso quer dizer, as empresas necessitam de sistemas sustentáveis de produção, que vise tanto o meio ambiente quanto o produto ou serviço final mais barato. Quando há uma reflexão do processo de produção, por exemplo, o preço cai para todos. Quanto menos material utiliza-se, mais lucro a empresa e o consumidor terão. Isso gera um ciclo de confiança e satisfação, como se ambos tivessem feito o dever de casa.

O discurso sem prática cai na falácia e o consumidor não quer mais ouvir histórias da carochinha, ele quer provas que está fazendo uma compra bem feita. Um produto de qualidade, só é um produto de qualidade com provas e uma comunicação eficaz. Desde as embalagens até o próprio produto final, todas as etapas devem ser de qualidade, além de oferecer experiências de consumo.

Ao mencionar experiência, as marcas devem se atentar a essa etapa. Isso porque as pessoas estão em busca de ressignificação do próprio consumo, e a tendência que desponta já há algum tempo é sobre qual experiência que seu produto ou serviço proporciona ao consumidor. Proporcionar um baixo custo, qualidade e sustentabilidade formam a conjuntura do novo consumo. A PH FIT acredita que a ressignificação por meio dos laços pode fazer a diferença em meio a esse novo ciclo e também investe em reciclagem de materiais em seus produtos.

mai 16, 2016

Soluções de verdade

soluções de Verdade - Know how

Atrás de soluções pragmáticas, as empresas têm buscado por alternativas como o know-how, que é o conjunto de conhecimentos e práticas adquirido pela empresa ou profissionais, que oferece algum benefício de vantagens competitiva no que tange o mercado. Esse conjunto é formado por toda experiência que a empresa possui em sua trajetória, informações, tecnologia, técnicas, procedimentos, segredos e assim por diante.

Esse conceito tem uma outra face, a da inovação. Que prima pela habilidade na execução de algum serviço ou produto, tudo baseado pela experiência. Isso representa vantagens no mercado competitivo. O conhecimento é o centro do negócio, e isso fica muito evidente em regimes de franchising (franquias), em que o franqueador passa o conhecimento ao franqueado.

Como vive-se um mundo em constantes alterações, outro conceito deve ser também inserido a empresa ou na própria vida do profissional, o know-why, que traduzido ao pé da letra, significa saber porquê. Aplicado nesse universo, a compreensão sobre a forma como as coisas são colocadas, o motivo pelo qual é realizado determinado procedimento e o entendimento das necessidades das competências desenvolvidas pela empresa. Entretanto, nesse assunto, visa-se o consumidor e o comportamento que ele tem em relação ao empresa, desta forma, os produtos são desenvolvidos afim de contemplar as suas necessidades.

Um dos empregos dos métodos supracitados é no que compete às embalagens. Já foi muito mencionada em alguns artigos do blog, a importância da embalagem como comunicação e da experiência que elas oferecem ao consumidor. Analisando o processo histórico das embalagens, é notória a transformação que elas tiveram nesse tempo.

Se antes eram apenas utilizadas como proteção e armazenamento dos produtos, hoje oferecem soluções inteligentes que contemplam as necessidades de quem consome, causando impactos na relação de consumo. Hoje, consumir é um evento e a satisfação vem quando todos esses pontos são colocados em relevância pela marca.

A PH FIT possui esse pensamento e visa transformar simples embalagens numa forma de comunicação e de experiências ao consumidor.