mar 9, 2016

Sucesso na década de 90, revista do Clube de Artesanato está de volta

Revista Clube de Artesanato

Publicação apresenta uma infinidade de sugestões, passo-a-passos e tendências para quem quer se aperfeiçoar e fazer artesanato como hobby, terapia ou complemento de renda

Nova Odessa, XX de fevereiro de 2016 – A ‘Revista do Clube de Artesanato’, publicação que foi sucesso absoluto na década de 90, com mais de três milhões de exemplares distribuídos em todo o país, está de volta e apresenta conteúdos ainda mais estimulantes, matérias sobre as principais tendências do mercado, passo-a-passos de peças feitas com fitas de cetim e muitas sugestões para quem quer fazer artesanato como hobby, terapia ou complemento de renda.

“Nos últimos meses, vimos algumas publicações fechando as portas ou transformando as versões impressas em online. A ‘Revista do Clube de Artesanato’ vem na contramão deste cenário justamente para atender a demanda de um público que não abre mão do ‘papel’. Esperamos levar ainda mais conhecimento e aperfeiçoamento aos admiradores das artes em geral, principalmente num período de fragilidade econômica em que o trabalho informal ganha força por meio do artesanato”, comenta Lucas Ferreira, gestor de marketing da PH FIT, detentora da marca Fitas Progresso e idealizadora do Clube de Artesanato.

Quem comprar a revista em banca ou nas lojas especializadas em produtos de artes e artesanato terá acesso a uma área exclusiva do site do Clube de Artesanato. “Essa nova área, criada especialmente para os leitores da publicação impressa, incrementa ainda mais nossa comunidade, que já funciona como uma vitrine para artistas, artesãs e decoradoras, que podem expor gratuitamente seus trabalhos, tornarem-se conhecidas e divulgarem suas criações”, finaliza Ferreira.

Criada em parceria com a publisher Marie Caroline Amiach e publicada pela Editora Minuano, a nova ‘Revista do Clube de Artesanato’ terá quatro edições em 2016, cada uma com dez passo-a-passos, sugestões dos curadores do Clube de Artesanato, as principais novidades em fitas para a produção de peças artesanais e ainda uma lista de lojas credenciadas.

A edição de fevereiro já está nas bancas. Já o site do Clube de Artesanato, pode ser acessado a qualquer momento e de qualquer lugar, e continua sendo o ponto de encontro de artistas, artesãs, decoradoras, lojistas e todas as pessoas que gostam e fazem artesanato com fitas.

mar 9, 2016

Blog PH FIT – O Design thinking na embalagem

O Design thinking na embalagem

A embalagem é um importante canal de comunicação entre a marca e o consumidor, pois é na prateleira que o cliente decide pela escolha do produto, influenciado pelo poder de persuasão que a mesma proporciona. Um conceito que alterou o modo de enxergar a embalagem e toda sua influência no ato da compra foi o design thinking.

Pense como um designer, pense em design thinking

O que difere em ser um designer e pensar como um? Simples: a diferença para seus negócios postos em práticas com o conceito de design thinking. Esse termo foi popularizado pelo CEO da Ideo, Tim Brow, em seu livro: “Design Thinking – Inovação em Negócios”, que define essa atitude como forma de integrar-se a todos os fatores que envolvem a criação, ou seja, deve-se pensar além da estética de produtos e serviços enquanto um tipo de conhecimento, e passar a agregar aos produtos outros valores e soluções para vida das pessoas. Todos devem pensar como designer de maneira inovadora para solucionar problemas nas empresas ou na vida.

Pensar diferente – navegar na criatividade

Pensar fora do padrão é uma exigência para o conceito de design thinking, que almeja ampliar os horizontes das possibilidades com soluções mais criativas, fora dos conceitos tradicionais, inclusive na formação da equipe, que deve ter as mais diferentes qualificações. Essa definição vai além da parte artística e também se integra à administração das empresas, por exemplo. As pessoas se cansaram da filosofia vertical que impõe a ordem, e hoje é buscada uma forma mais ampla que seja corporativa e ao mesmo tempo contemple e represente mais o consumidor.
As embalagens como porta-vozes da marca são diretamente atingidas por essa nova filosofia. Enxergar a totalidade é a missão do design thinking, que visa as experiências em diversos níveis como base de trabalho. São pesquisas e buscas de novas possibilidades para os antigos problemas através de um novo conjunto de práticas e processos, por meio de obtenção de informações, tentativas, análises e soluções cabíveis. O decorrer do processo é a não horizontalização, atribuindo significados e valores às embalagens ou produtos e proporcionando novas experiências ao consumidor.

O foco em um projeto de design thinking é a interdisciplinaridade, que eleva a marca a outro patamar, transformando o conceito num ato mais inteligente, ou seja, em algo devidamente pensado, transmitindo experiência ao consumidor e as devidas sensações que ela provoca. A observação humana gera insights quanto às necessidades e desejos das pessoas, através dos produtos ou serviços multidisciplinares, unindo mercados que anteriormente não eram possíveis. As embalagens conseguem traduzir as exigências da vida do consumidor contemporâneo, levando soluções práticas, inteligentes e que despertem sensações, afinal, a embalagem é uma parte do produto.

As embalagens vão além da descrição do produto: elas promovem uma experiência e elevam a expectativas no consumidor, que procura um algo a mais. Elas são partes integrantes da comunicação da empresa ou marca e transmitem os seus valores, ideais e posturas de uma forma criativa e revolucionária.

Referências:

Sala 7 Design – http://sala7design.com.br/2016/01/o-que-e-design-thinking.html

mar 9, 2016

Blog PH FIT- Os tipos de artesanatos com fitas

Os tipos de artesanatos com fitas

O artesanato é algo fantástico, é a expressão das possibilidades de trabalhar vários tipos de matérias, transformando-as em algo usual e estético. As fitas de cetim são um exemplo de material em que pode-se criar uma infinidade de trabalhos manuais, como adereços, itens de decoração, armação ou aplicações em diversas peças.

As fitas como um mundo novo

As fitas têm uma vantagem: as muitas opções de cores e texturas. Essa possibilidade pode ser usada com cinco ou seis padrões diferentes que enaltecem a pluralidade do trabalho artesanal.

Com a criatividade se faz florescer diversas ideias sobre as peças, e nesse jardim, as flores brotam em toalhas, quadros, caixas e roupas. Elas podem ser confeccionadas tanto em pequenas peças como em grandes, dependendo da sua vontade.

Que tal levar para artigos do seu dia a dia um pouquinho da arte das fitas? Nada melhor que unir o útil ao bonito e trazer mais alegria para o lar: porta-lápis, bloquinhos de anotações, agendas, toalhas de lavabo, almofadas e o que sua imaginação permitir!

Outra opção é presentear alguém pelo qual se tenha um carinho especial com algo feito por você mesmo, e com as fitas dá para fazer um cartão bem bonito que expresse todo seu sentimento de gratidão e respeito.

Para imaginação, basta um arsenal de fitas coloridas e texturizadas para criar lindos arranjos que enfeitarão a mesa de domingo, o jantar de noivado ou até mesmo acompanhar a noiva com seu buquê ao altar.

Com a vida agitada, sem tempo para se dedicar às coisas agradáveis e enriquecedoras, aderir-se ao artesanato é uma possibilidade de trabalhar o lado artístico e também uma nova alternativa de ganho da vida. Muitas pessoas encontram um apoio ou mudam totalmente o rumo de suas vidas a partir do artesanato.

As fitas da PH FIT permitem a junção da imaginação, emoção e trabalho transportados na delicadeza e no detalhe dos trabalhos artesanais. Junte-se também nas muitas novas realidades que um laço pode oferecer.

Referências:
Clube de Artesanato: http://clubedeartesanato.com.br/

mar 9, 2016

PH FIT – Uma Breve história das embalagens – do primitivo a modernidade

Uma Breve história das embalagens

Durante a história da embalagem foram utilizados todos os tipos de materiais: desde cascas de árvores, folhas, conchas até aqueles de última geração elaborados em laboratório. A embalagem surgiu pela necessidade de se guardar, armazenar ou transportar alimentos, líquidos ou objetos, e para essa finalidade, buscaram, inicialmente, produtos vindos da natureza. As primeiras embalagens das quais se tem notícia surgiram há 4 mil anos a.C, produzidas por bexigas de animais e fibras de plantas trançadas. O uso do vidro para essa finalidade é datado por volta de 3 mil anos a.C, voltado para armazenar óleos e perfumes.

Os anos passaram lentamente, e as mudanças econômicas e políticas se estagnaram na Idade Média, e isso refletiu também no uso das embalagens, que passaram por muitos anos sendo produzidas em couro, pedra, metais, vidro, madeira, fibras vegetais e lascas de madeira.
O despertar da humanidade, conhecida como Renascimento, veio trazer luzes ao conhecimento e avanços significativos na forma como viviam até então. Com esse salto no conhecimento, foi possível novas formas de se embalar e consumir. Sobre o consumo, precisavam de novos lugares, portanto começaram as grandes navegações sobre o pretexto de traçar uma nova rota comercial nas Índias, saindo pelo Atlântico e chegando à América. Como seus recursos tecnológicos não permitiam grandes velocidades, havia uma necessidade maior de conservar por um longo tempo os alimentos e a água. A preocupação com a embalagem foi mais efetiva, visto que necessitavam desse instrumento para sobreviverem.
O tempo foi passando, e o período que antecedeu a 1ª Guerra Mundial foi muito rico tecnologicamente. Com os conflitos, o uso de embalagens feitas de metais e vidro foi exponencialmente elevado, visto que eles conservavam melhor os alimentos às tropas de soldados.

Revolução industrial e o império do plástico

A grande marca na humanidade foi a invenção da indústria e da máquina a vapor, que permitiu confeccionar materiais em grande escalas. As novas máquinas que surgiram posteriormente, vieram com necessidade de realizar uma vedação melhor, e a busca por novas formas de materiais, como o plástico, surgiu para ampliar as possibilidades de transporte e acondicionamento.

A palavra plástico advém do latim e significa “do que pode ser modelado”. Foi uma revolução na forma de se armazenar e hoje tudo é composto por ele. Contudo, com os problemas ambientais tão evidentes e o risco à natureza, buscam-se novos recursos para substituí-lo.
O homem possui uma relação de dependência com o plástico, e o desafio que instaura-se na história da embalagem é o de encontrar um substituto à altura que não traga tantos impactos como esse tipo de material.

Os rótulos falam com você

O rótulo também tem sua história e teve seu desenvolvimento paralelo às embalagens. Desde o século XV utilizam-se os rótulos nas embalagens comercializadas, sendo que, naquela época as embalagens eram feitas uma a uma manualmente, como os livros. Muitos anos rolaram e as embalagens permaneceram simples, sem muito apelo visual.

O mundo sofre transformações toda vez que há um crise, e com a história dos rótulos não foi diferente. Anteriormente, até 1930, os vendedores orientavam as compras dos consumidores, mas com a crise de 1929 e suas consequência nos anos seguintes, muitas pessoas perderam seus empregos, dando espaço a novas formas de comércio. Os mercados começaram a disponibilizar, como conhecemos hoje em dia, por prateleiras e gôndolas. As embalagens deveriam fazer o papel do antigo vendedor, e os rótulos assumiram essa função, transportando-se para a publicidade e marketing. Os rótulos deviam conter também informações sobre aquele produto, com os dados relevantes.

Ao longo do tempo as embalagens ultrapassaram a função de proteger o produto, expressando também uma mensagem, o laço nessa história toda, e a valorização da embalagem com fitas e outros detalhes que arrematam em grande estilo a comunicação com o consumidor, oferecendo-o como um presente e fazendo aquele momento de consumo um momento especial.

Referências:

http://kazola.com.br/lounge/vamos-viajar-no-tempo-e-conhecer-a-historia-/

mar 9, 2016

O artesanato como ressignificação do trabalho

O significado do trabalho

Uma atividade tão antiga como o artesanato tem obtido uma ressignificação e tem sido um incentivo econômico para uma grande parcela de pessoas hoje em dia. O artesanato é uma alternativa de trabalho que tem ganhado fôlego com iniciativas como Programa de Artesanato do Brasil (PAB) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) a partir do objetivo de transformar a produção artesanal brasileira em geradora de empregos e renda formal.

O artesanato como ressignificação do trabalho

O trabalho, como qualquer atividade humana, é uma atividade carregada de significados que impactam na construção de identidades e papéis, e na redefinição na ordem da vida. Ao longo da história, palavra trabalho ganhou vários sinônimos e associações, tanto positivos quanto negativos, e diferentes aspectos sociais. Com a modernidade, o trabalho virou o centro das atividades, passando a possuir um valor e a movimentar um mundo inteiro. Na sociedade atual, há um movimento de redefinir novas relações de trabalhos, como a volta das atividades artesanais, que possui um significado relacionado à criatividade e à economia.

O trabalho artesanal na Crise

O trabalho artesanal contemporâneo não é apenas mais um trabalho, e sim um trabalho que envolve criatividade, cultura e aspectos que determinam a sociedade, que rompe com o pensamento capitalista que desassocia o saber do fazer, o trabalho manual do intelectual e valoriza a produção personalizada. O artesanato é um agente de inclusão que insere várias pessoas que vivem à margem do mercado produtor, contribuindo para o aumento da renda e empregos.

Com a baixa da economia e a crescente insegurança, muitas pessoas têm visto o artesanato como forma de aumento da renda familiar. Os produtos criados artesanalmente têm também chamado a atenção dos consumidores, que têm procurado esses artigos como forma de entregar um presente mais pessoal e economizar nas despesas mensais, uma alternativa que substitui muitos artigos industrializados, por exemplo.
Há, portanto, uma valorização do artigo feito à mão, que possui um preço às vezes menor e uma qualidade maior. O consumidor contemporâneo é mais exigente, e com isso, procura artigos personalizados e com uma maior durabilidade.

O artesanato é uma atividade que cruzou os anos, e, hoje, faz-se agente de transformação na vida das pessoas que trabalham e o consomem. A preocupação com o meio ambiente também enaltece essa prática, como atitude sustentável que promove não somente a preservação da natureza como a preservação da tradição e memória cultural de determinada comunidade.

A PH FIT apoia e promove o trabalho artesanal por acreditar na significação que esse tipo de atividade promove na vida de milhares de pessoas e na inclusão através do exercício laboral e promovedor de renda e qualidade de vida.

Referências:
Programa de Artesanato Brasil: http://www.smpe.gov.br/assuntos/programa-do-artesanato-brasileiro

SEBRAE: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae

UEL: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/projetica/article/view/12303